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Filmes do Homem

Júri

Prémio Jean Loup Passek

André de Oliveira e Sousa

André de Oliveira e Sousa

Nasceu no Porto, em cuja Universidade tirou o curso de engenharia civil que exerceu profissionalmente com o de professor do ensino secundário.
Foi vice-presidente do Cineclube do Porto e presidente dos círculos universitários de cinema do Porto e de Luanda. Escreve sobre cinema para os jornais de Notícias (como colaborador oficial), Primeiro de Janeiro, Jornal do Centro, Público e outros. Em 1973 funda com Henrique Alves Costa a revista “Cineclube” para a qual viria a fazer, ao longo de dois números consecutivos, uma longa entrevista ao cineasta Jean Rouch, cuja primeira vinda ao Porto e norte do país mediou, selando essa iniciativa uma longa amizade.
Em 1977, faz um apelo para a fundação de um novo cineclube no Porto, O Cineclube do Norte, que em menos de um ano conseguiu 600 sócios. É deste cineclube que nasce a proposta, aprovada no Encontro Nacional de Cineclubes de Espinho, de criação da respectiva federação, cuja comissão instaladora integra, vindo a ser, durante mais de 20 anos, presidente da direção da Federação Portuguesa de Cineclubes e diretor da revista “Cinema”, seu órgão comunicacional. Coordenou a organização do Congresso da Federação Internacional de Cineclubes realizado no Porto.
Foi convidado para inúmeras comunicações e palestras, dentro e fora de Portugal, e para presidente dos dois júris, constituídos pelo Ministério da Cultura (IPC), para atribuição de apoio financeiro às longas metragens de co-produção com a Europa e com os países de língua portuguesa. Integrou muitos outros júris, nomeadamente, o do CINANIMA, FIFAC (Coimbra), Festival da Figueira da Foz (sendo distinguido pela respetiva câmara municipal), Festival de Kiev (Molodist) e Festival de Cinema Independente de Ourense.
Tem colaborado nas jornadas de cinema de Fafe e, recentemente, foi palestrante sobre cinema de intervenção na Faculdade de Psicologia da Universidade do Porto e colaborou na homenagem promovida pela Faculdade de Letras da mesma universidade à cineasta e escritora Margueritte Duras, apresentando “Hiroshima, meu Amor” que tinha sido exibido pela primeira vez em Portugal (e clandestinamente) por iniciativa sua.

Graça Castanheira

Graça Castanheira

Nasceu em Angola em 1962, é uma cineasta portuguesa da área do documentário. Formou-se em Cinema em 1989 na Escola Superior de Teatro e Cinema, onde é atualmente professora de Cinema Documental e de Práticas de Realização. Foi distinguida no festival Doc Lisboa 2006 com uma menção honrosa para Melhor Documentário com Logo Existo. Faz parte do grupo fundador da Apordoc – Associação pelo Documentário.

Iris Zaki

Iris Zaki

Desde que se mudou para Londres em 2009 para estudar realização documental, Iris fez dois documentários artísticos, ganhou um prémio Grierson e outros prémios internacionais e exibiu os seus filmes em inúmeros festivais e universidades por todo o mundo. Em 2013, iniciou um PhD baseado em prática que explora a sua própria inovadora técnica documental cinematográfica, focada em comunidades fechadas. É professora convidada no Royal Holloway, Universidade de Londres.

Rodrigo Areias

Rodrigo Areias

Licenciou-se em Som e Imagem na Escola das Artes com a especialização em Imagem. Fez também uma especialização em realização na Tisch School of Arts na Universidade de Nova Iorque e o programa de produção Eurodoc. Tem desenvolvido ao longo da sua carreira, trabalhos criativos na área de cinema de autor em ficção e documentário, alternando com outros trabalhos em domínios de video-arte e vídeo clips para alguns dos melhores nomes da cena rock Portuguesa (The Legendary Tiger Man, Wray Gunn, Mão Morta, Sean Riley, D3o, etc.) e diversos outros projetos. Como produtor começou a sua carreira em 2001 e desde então produziu e co-produziu mais de 100 curtas, longas, vídeos e documentários. Produziu autores de renome como Edgar Pêra, João Canijo e F. J. Ossang, bem como jovens realizadores como André Gil Mata, João Rodrigues e Jorge Quintela. Tem co-produzido com o Brasil, Reino Unido, França, Alemanha e Finlândia. Como realizador, entre vários filmes destaca-se Tebas (longa metragem) e Corrente (curta metragem) com os quais esteve representado em mais de cinquenta festivais internacionais e foi galardoado com uma dezena de prémios. A sua segunda longa metragem estreou em Competição Oficial no Festival Internacional de Karlovy Vary e foi galardoado com uma Menção Especial. Foi responsável pela produção de cinema de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura onde se incluem filmes de realizadores como Jean-Luc Godard, Aki Kaurismaki, Peter Greenaway, Manoel de Oliveira, Pedro Costa e Victor Erice.

Sérgio Rizzo

Sérgio Rizzo

Jornalista, mestre em Artes/Cinema, com uma dissertação sobre Woody Allen, e doutor em Meios e Processos Audiovisuais, com uma tese sobre a formação de professores para a educação audiovisual, pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
É apresentador do canal de TV Arte 1, colaborador dos jornais "O Globo", "Valor Econômico" e "Folha de S. Paulo", e de publicações na área de educação, como o jornal "Mundo" e o portal "Carta Educação”.
Professor na pós-graduação da FAAP e da PUC-SP, na Academia Internacional de Cinema, no Colégio Augusto Laranja, no Museu da Imagem e do Som, na Casa do Saber, no Espaço Itaú de Cinema e em unidades do Sesc-SP.
É membro dos comitês de seleção do É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários e da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, integra o projeto Ensaios Ignorantes, que combina ações de teatro e leitura, e desenvolve projetos como produtor executivo para a produtora Parece Cinema.
Autor dos livros "Cinema e Educação - 200 Filmes sobre a Escola e a Vida" (Editora Segmento), "Família e Educação - Quatro Olhares" (Editora Papirus) e "Vitória - Ayrton Senna" (Editora Melhoramentos), além de diversas participações em coletâneas — como "Cinema e Psicanálise" (Ed. nVersos), "Os Filmes que Sonhamos" (Lume), "Futebol, Comunicação e Cultura" (Unesp/Intercom), "Coleção Folha Clássicos do Cinema" (Ed. Moderna/Folha de S. Paulo), "100 Melhores Filmes Brasileiros" (Letramento/Abraccine/Canal Brasil) — e em catálogos de mostras e retrospectivas dedicadas a cineastas como Ingmar Bergman, Woody Allen, Stanley Kubrick , Quentin Tarantino e irmãos Dardenne.