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Júri

Prémio Jean Loup Passek

Jasna Krajinovic

Jasna Krajinovic

1999: Graduada em Realização no Institut Supérieur des Arts du Spectacle (Insas) em Bruxelas. 1992-1994: Estudos na Academia de Cinema e Teatro em Ljubljana (Slovenia) 1993: Mestrado em Literatura, Inglês e Francês na Faculdade de Letras de Ljubljana ( Slovenia) 1986: Diploma do ensino secundário em Línguas e Estudos Sociais em Celje, Slovenia.

Luciana Fina

Luciana Fina

Nascida em Itália, onde se forma em Literaturas Românicas, vive e trabalha em Lisboa desde 1991. Após uma longa colaboração com a Cinemateca Portuguesa como programadora independente, estreia-se na realização em 1998, na área do documentário. Cineasta e artista independente, tem desenvolvido um trabalho que migra frequentemente da sala cinematográfica para o espaço de exposição, investigando as hipóteses do Cinema no campo das Artes. O extenso corpo de trabalho é apresentado internacionalmente em festivais de cinema e exposições, sendo representado na Colecção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian e na Colecção Nouveaux Medias do Centre Georges Pompidou. Com o documentário “In Medias Res” (2014), recebe uma Menção Honrosa do Temps d’Images Film on Art Award e o Prémio Melhor Filme Nacional do Arquiteturas Film Festival. Em 2016 inaugura no Museu Calouste Gulbenkian um novo trabalho de instalação, o díptico TERCEIRO ANDAR, estreando o filme na competição nacional do Doclisboa '16 e no 34º Torino Film Festival. Lecciona regularmente sobre o Cinema e o Documentário na relação com as outras Artes e a Arquitectura.

Luís Miguel Oliveira

Luís Miguel Oliveira

Nasceu em Tomar a 23 de Setembro de 1970. Licenciou-se em Comunicação Social pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Integra o serviço de programação (actualmente designado Departamento de Exposição Permanente) da Cinemateca Portuguesa desde 1993, que dirigiu, em regime de comissão de serviço, entre 2009 e 2015. É crítico de cinema do jornal Público desde 1994.

Margarita Ledo Andión

Margarita Ledo Andión

Escritora e cineasta, é professora catedrática de comunicação audivisual da Universidade de Santiago de Compostela, USC, onde coordena o Grupo de Estudos Audiovisuais e dirige o projecto de I+D+i “EU-VOS: Para um programa europeu de legendagem em línguas não hegemónicas”. As suas linhas de pesquisa incidem na produção e acesso a bens culturais desde a diversidade, políticas de comunicação e teorias feministas nos universos da criação e expressão. É Prémio Nacional da Cultura Galega 2008 em Cinema e Audiovisual e membro da Real Academia Galega. O seu libro Cine de fotógrafos (2005) Gustavo Gili, Barcelona, foi Prémio “Fundació Espais d’Art Comtemporani”. Entre os seus filmes figuram Santa Liberdade (2004), Manuel Maria: “eu son fala e terra desta miña Terra” (2005/2016); Liste, pronunciado Líster (2007) ou Cienfuegos, 1913 (2008), para além da ficção A cicatriz branca (2012). Artigos recentes: Cine Documental, Cibercultura e tecnologias de proximidade (2015) no Écran. Cadernos de Comunicação e Inovação; O corpo, essa insuportável língua comunal, no El tratamiento informativo de la violencia contra las mujeres (2015), Inmaculada Postigo e Ana Jorge Alonso (Coord.), CAC, La Laguna, Vestigio y Extrañeza: sobre a obra de Bernardo Tejeda, em Imagen, cuerpo y sexualidad, (2014), Francisco Zurian (ed.), Ocho y Medio, Madrid. É a primeira mulher galardoada com o prémio Otero Pedrayo em reconhecimento pelo seu contributo para o desenvolvimento cultural da Galiza.

Ricardo Vieira Lisboa

Ricardo Vieira Lisboa

Nasceu em Lisboa, em 1991. É licenciado e mestrado em Matemática Aplicada e Computação (pelo Instituto Superior Técnico) e é também mestre em Cinema na área de Realização e Dramaturgia (pela Escola Superior de Teatro e Cinema) – sendo a sua dissertação intitulada “O Restauro Cinematográfico como Recoreografia, o caso de ‘Três Dias sem Deus’ de Bárbara Virgínia”. É programador convidado de curtas-metragens no IndieLisboa – Festival Internacional de Cinema de Lisboa , desde 2013, e crítico de cinema no site À pala de Walsh, que co-fundou, coordena, co-edita e do qual é um dos principais redactores. Tem produzido comunicações e artigos académicos nas áreas da história do cinema português e do restauro e preservação cinematográfica, assim como organizado programas dedicados aos novos nomes do cinema nacional, participado em diversas mesas redondas e dinamizado inúmeras sessões de debate. Como realizador produziu e realizou curtas-metragens experimentais e vídeo-ensaios, entre eles Le métro, Vieira da Silva (2016), Children, Madonna and Child, Death and Transfiguration (2016) e Cigarro Azul (2017), que foram exibidos em festivais nacionais e internacionais.